sábado, 4 de dezembro de 2010

Viver é melhor que sonhar.

Quantas premissas sobre como levar os nossos dias nós ouvimos? Quais repetimos tentando convencermo-nos de que é o que nós fazemos e na realidade procuramos uma saída prática diante de tantos sonhos.
Desde pequenos somos estimulados a planejar uma vida inteira, sendo que nem conhecemos a maioria das possibilidades, quando pergunta-se para uma criança ‘o que ela quer ser quando crescer’, qual a real chance de ela saber o que quer e seguir este caminho?
Tantas vezes nós construímos castelos em bancos de areia, tantas vezes ondas de decepção desmoronam cada estrutura, tantas vezes tentamos, inútil e infantilmente construí-los da mesma forma, no mesmo lugar.
Impossível acreditar que alguém aos vinte anos saiba a melhor maneira de viver, se sonhar tanto é bom ou ruim. Mas esperança de seguir aprendendo todos temos, o que seria de cada um sem os sonhos, aqueles que longe chegam muito sonharam, porém vale viver pensando no futuro e esquecer o presente?


"You used to say live and let live(...)
But if this ever-changing world in which we live in
Makes you give in and cry
Say live and let die"



(pensamentos desconexos)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Foi dia 14 de novembro o Dia Mundial do Diabetes. Segundo dados da International Diabetes Federation (IDF), em todo mundo, pelo menos 245 milhões de pessoas têm diabetes e um alto percentual vive em países em desenvolvimento.Em 30 anos, este número deve chegar a 380 milhões no mundo. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas são portadoras da doença e aparecem 500 novos casos por dia.

O tema escolhido para a Campanha Mundial de 2010 é “Diabetes: Educar para Prevenir”. O objetivo é chamar a atenção de quem está envolvido direta ou indiretamente nos cuidados com o diabetes.

Para que a prevenção, a educação e o tratamento sejam eficientes, além do comprometimento do paciente, é necessário que a família, a comunidade e os profissionais de saúde se envolvam na causa.

A SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) vem atuando, como já faz há cinco anos, estimulando seus associados e parceiros a chamar a atenção para o grave problema de saúde que é o diabetes, seus números alarmantes de crescimento de prevalência no Brasil e no mundo e do esforço para combatê-lo, usando o conhecimento sobre a doença e o combate à obesidade, um dos principais fatores para o aumento da frequência do diabetes.

Anualmente são produzidos textos de esclarecimentos, folhetos e cartazes, para divulgar a data e dar dicas sobre prevenção, tratamento, sinais e sintomas.

Este ano, foram realizadas atividades durante uma semana - de 7 a 14 de novembro. No dia 14 de novembro, grandes monumentos, hospitais e clinicas de várias cidades do Brasil e do mundo, foram iluminados de azul, como forma de divulgar à data, entre eles, o Cristo Redentor, como apoio da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro; os bondinhos do Pão de Açúcar, também no Rio; o prédio da Sidney Opera House, na Austrália; o Teatro Municipal de Lisboa; a Kuwait Towers; e o Castelo Gifu, no Japão.

Diabetes

O diabetes se divide em dois principais tipos: Tipo 1 (DM1) é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras de insulina. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. A sua ação é uma resposta auto-imune. A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena).

O diabetes tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.

Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é a chamada "resistência Insulínica". O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder bem ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.

Os principais sintomas deste tipo da doença são infecções frequentes, alteração visual (visão embaçada), dificuldade na cicatrização de feridas, formigamento nos pés e furunculose.

A prevenção e tratamento do diabetes, baseia-se principalmente no exercício físico e na boa alimentação, que consiste em adequar as preferências individuais com a quantidade e qualidade dos alimentos que farão parte da nossa dieta habitual. Existem algumas recomendações que podem ajudar a tornar sua alimentação mais saudável:

  • Procure incorporar na sua dieta habitual a maior quantidade possível de alimentos ricos em fibras, tais como frutas e verduras. Por exemplo, evitar “descascar” algumas frutas, como figo, pêssego e maçã pode aumentar bastante o conteúdo de fibras, que terão um papel fundamental na saúde do seu sistema digestivo.
  • Procure diminuir a quantidade de gorduras (óleo, manteiga, creme etc) e de carboidratos (massa e doces), dando preferência a alimentos grelhados e cozidos. Infelizmente a dieta habitual da nossa população é sempre mais rica em gorduras e carboidratos e pobre em proteínas do que o desejado. Evite comer “fast food”, dê preferência aos alimentos de preparação mais “caseira”.

Para maiores informações sobre o Dia Mundial do Diabetes e o que será feito pelas diversas cidades, veja o material produzido pela SBD e disponível para download, aqui, no hotsite do Dia Mundial do Diabetes da SBD.

O Dia Mundial do Diabetes contou com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas) que reconheceu o diabetes como uma doença crônica, debilitante, de alto custo e complicações severas, que precisa ser contida rapidamente.


FONTE:

http://www.diamundialdodiabetes.org.br/

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Dito, pelo não dito.

Falar, escrever, se expressar da maneira que for.
Fazer, agir com coerência.



Somos treinados para persuadir, para convencer, desde pequenos somos educados para agirmos sutilmente, pensando antes de falar. Tudo se torna um grande palco de atuações, sem ensaios, somos profissionais nessa arte de falar, sorrisos falsos e cada palavra tem a sua segunda intenção.

Sente-se falta da naturalidade e sinceridade que perdemos ao amadurecer. E o pior, quando conhecemos alguém que mantém esses aspectos achamos errado. Quando uma pessoa fala sem medir as palavras pode soar agressiva, mas essa mesma pessoa provavelmente vai sempre agir de acordo com aquilo que ela fala, ao contrário de quem pensa demais antes de se expressar.

Pura hipocrisia, nunca se sabe quando aquele texto que você lê por ai é realmente como o autor age, ou se ali é ele apenas imaginando ou tentando ser alguém 'melhor'. Como descobrir? Se existisse uma forma de conhecer alguém de verdade, viveriamos todos exilados, sozinhos e sem contato. Porque por mais que conheçamos alguém, nunca deixamos de nos surpreender, seja negativa ou positivamente.E conhecer os outros nos assusta, a sinceridade é uma coisa muito bela na teoria, mas machuca na maioria das vezes.

São as regras para um bom convívio, "sorria sempre", "seja agradável", "pense antes de falar". Traduzindo: "Seja o que os outros querem", "Minta quando for necessário", "Seja racional e não natural". Cabe a cada um 'filtrar' as ações, policiar o dito e o feito, mas sinceramente, prefiro críticas sinceras a falsos elogios.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O destino das propagandas políticas

Um dos grandes protagonistas do primeiro turno desta eleição não estava nas urnas. Para muitos eleitores, o excesso de informações reunida na propaganda política nas ruas transformou-se em poluição visual e, depois, em lixo sem destino correto. Ás vésperas do segundo turno, a questão que envolve recolhimento do lixo eleitoral deve voltar á discussão. Os dados sobre o material recolhido das ruas divulgado pelo departamento municipal de limpeza urbana (DMLU) logo após o primeiro turno, apenas uma parte das cem toneladas de papel, madeira e plástico retiradas das ruas seria reciclada.

Isso prova que este tipo de propagando deveria ser extinta das campanhas eleitorais, o correto serio o político se candidatar dispostos a melhorar, dando bons exemplos para os eleitores, mas começa de maneira errada, maior parte das pessoas recebem propina para fazer as campanhas de maneira inadequada, são pagos R$10,00 a R$20,00 pelo serviço. Vale a pena vender seu voto por tão pouco? Seus mandatos duram quatro a oito anos! Já os resíduos de suas campanhas podem durar até CEM anos se decompondo no meio ambiente. Digamos que um candidato prometa aprimorar o saneamento básico, e incentive as pessoas a manter as ruas limpas para não ocorrer entupimento dos esgotos e prevenir enchentes nas principais ruas, como acontece em são Paulo quando chove. Um dos maiores vilão dos esgotos são os santinhos e placas de candidatos a cargos públicos. Fica bem fácil definir um bom candidato, vai depender das suas atitudes e claro uma boa campanha pelo RADIO, TELEVISÃO e INTERNET.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Artigo de papo antigo.


*Sou diabético e tenho um blog onde com a ajuda de mais dois jovens escrevemos sobre os problemas mundiais, acontecimentos polêmicos ou nem tanto. Mais venho aproveitar o espaço nessa época de eleição e de promessas pra dar ênfase aos grandes problemas que os diabéticos enfrentam, agente além de ter que evitar guloseimas, bebidas e muitos atrativos alimentares, temos que conviver com os altos preços de medicamentos, e dos alimentos. A questão é que candidatos vêem a nós prometer mudanças na área da saúde, diminuição de impostos e mil maravilhas que não vigoram, promessas que não viram realidade. Só que cada vez aumenta o numero de diabéticos no país.E o não tratamento desta doença acaba em complicações e doenças mais graves. À um ano descobri que teria que enfrentar insulinas e medições de HGT diariamente, logo que sai do hospital me indicaram a encaminhar a papelada para ganhar as fitas de medidas do estado, a surpresa foi quando fui dar andamento ao processo e descobri que o governo não "podia" pagar essas fitas para nós diabéticos. A frustração quando surge mais um escândalo de corrupção na mídia chega a ser dolorida, mais uma vez não conseguimos acreditar que o país possa melhorar, pois verba para saúde "eles" nunca podem destinar, agora a roubalheira nunca acaba. Fica aqui o meu protesto contra as promessas não cumpridas e o meu desabafo contra o sistema. Vou continuar no meu blog juntamente com meus amigos criticando quando tivermos que criticar e apoiando quando tivermos que apoiar, nunca faltando com a ética que alguns políticos não conhecem.


*Artigo escrito para um renomado jornal do estado, aguardando publicação.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Escrito em dois mil e nove


Tempo. De certa forma, nosso maior inimigo. Ao menos meu ele é. Tempo nos distancia de desejos, nos envelhece, promove saudade. Ele passa é só, não volta.

Colocar na cabeça que iremos desenvolver, aperfeiçoar, amadurecer - e tantos outros verbos mudados ou não devido a nova forma de acentuação – com o correr dos ponteiros do relógio é um erro. Tu podes ficar mais sábio das coisas já aprendidas, porém, novas formas e meios desconhecidos se criarão e tu, novamente, ficarás para trás. Pode-se chamar ciclo, talvez.

Pois bem.

Falei ali que tempo gera saudade. E ele gera. Qualquer ser provido de sentimentos e emoções sabe o quanto angustia ficar longe de alguém que se ame ou tenha apreço. Daí então tu pensas neste alguém com mais freqüência – com trema –, este ato, em si, já perturba e faz, no teu psicológico, o maldito do tempo passar devagar. Tenho mil exemplos a citar para ser convincente, um deles é, digamos, o contrário do anterior: quando estamos desfrutando de algum prazer, momento ou reflexão, ele, esse tal tempo, aparece e voa. Voa e leva consigo a ocasião.

Tens que admitir que é assim.

Por mais que digam isso e aquilo do tempo eu não mudo meu modo de vê-lo. E tu deverias concordar. Aceitar também, porque além de concordar temos que aceitar. Não posso mudar, tu não podes, ninguém pode. Manja?

O tempo existe, ele passa e nem algo ou alguém pode parar, sopra seu vento sobre nós como se fossemos folhas caídas. Afinal.

Tempo. Tempotempotempotempo. Deixa ele, deixa.